Uma homenagem à mulher-mãe!

"E num dia de bendita magia, numa explosão de luz e flor, num parto sadio e sem dor, é capaz, bem capaz, que uma mulher da minha terra consiga parir a paz. Benditas mulheres." Rose Busko

domingo, 2 de setembro de 2018

Leite fraco ou pouco leite - e agora?

Praticamente todas as mães, em algum momento, se questionam se estão produzindo leite suficiente para seus bebês. E a dúvida fica maior ainda se o bebê requisita o seio mais vezes do que a mãe esperava ou se não se acalma depois de mamar.

E a impressão de que o leite é fraco ou insuficiente é frequentemente alimentada pela insegurança, tão comum desta fase, e pela falta de apoio que a maioria das mães precisa encarar. Esse combo triste tem levado muitas mulheres a complementar ou até desistir da amamentação.


Para grande a maioria das mulheres, no entanto, o problema não está na produção de leite, mas no misto de desinformação, expectativas irreais e falta de ajuda com as dificuldades tão comuns sobretudo no início.

Por exemplo, se a pega do bebê estiver incorreta, ela ou ele não será capaz de sugar de modo eficiente e além de ferir a mama, pode se cansar antes de extrair a quantidade de leite que precisava. 

Muito no comecinho as mamas realmente enchem muito, mas logo isso acaba e o corpo passa a produzir leite sob demanda, isto é, quanto mais o bebê mamar, mais leite você terá. Mas não espere mamas cheias, ok?

Ansiedade e excesso de preocupações podem atrapalhar a ação da oxitocina, responsável pela ejeção do leite nas glândulas mamárias, tornando as mamadas mais irritadas ou fazendo com que seu bebê mame mais vezes ou por mais tempo. Um chá de maracujá pra acalmar a mente é sempre uma boa dica. 

Agora o legal mesmo é conseguir entender como acabar com o fantasma da falta de leite. Então anota aí:
  • Se a curva de crescimento de seu pequeno é ascendente;
  • Se as medidas do seu bebê estão entre as duas linhas vermelhas dos gráfico; 
  • Se você troca 05 fraldas de xixi por dia (ou mais - esqueça o coco como medida);
  • Se a amamentação não estiver dolorida e for confortável;
  • Se o bebê apresenta uma pele de aparência saudável e firme; 
  • Se seu bebê está cumprindo os marcos de desenvolvimento da idade. 
Com esses sinais, é improvável que seu bebê não esteja mamando adequadamente. Mas se ainda assim você continuar achando que não está produzindo tanto leite quanto deveria, procure a orientação de um banco de leite ou de uma consultora de amamentação.

Fica ligada!

Leite materno exclusivo em livre demanda até o sexto mês e complementado com a alimentação familiar até os dois anos ou mais é padrão ouro de alimentação infantil. E tudo que foge ao padrão ouro é pior, é menor, é mais arriscado.

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